• PÁGINA INICIAL

  • MEIO AMBIENTE

  • Barulho na casa de Deus

    Em Salvador, a população se sente incomodada com o barulho causado pelas igrejas durante seus cultos, louvores e gritaria até muito tarde da noite. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o limite tolerável ao ouvido humano é de 65 dB, que corresponde a quatro pessoas conversando animadamente. Já com ruídos acima de 85 dB, dependendo do tempo de exposição e o nível do barulho. Poucas igrejas se preocupam com o assunto, fazendo seus cultos até ás 21h, e revestindo as paredes do local para que o som não se espalhe para os moradores, que têm direito ao silêncio. (Ísis Rodrigues e Ivani Lima)
  • Arquivos

A morte do Camurujipe

rio_claudiana3.jpg

por Claudiana Silva

Não há como não perceber que o ar da cidade de Salvador está com um aroma modificado. Ao passar, seja andando ou de carro, às margens de grandes rios que cortam a cidade, constata-se que um cheiro fétido vem de lá. Como o Rio Camurujipe, que junto a outros rios, até a década de 70, foram responsáveis pelo abastecimento de água para a cidade e hoje se encontram com altos índices de poluição. Clique aqui e leia mais…

Vila Dois de Julho ainda espera por rede de esgoto

florence2.jpg

por Florence Perez
[florperez20@hotmail.com]

A comunidade Vila Dois de Julho, localizada na Estrada Velha do Aeroporto, é um dos oito distritos da região metropolitana de Salvador que não tem rede de coleta de esgoto, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo após 11 anos de Projeto Bahia Azul, o bairro não foi considerado como zona prioritária para que fossem instalados mecanismos de saneamento básico. Os resíduos líquidos e sólidos expostos contribuem para a proliferação de ratos e mosquitos, que expõem a população local a doenças como a leptospirose e a dengue. Clique aqui e leia mais…

Moradores da Estrada Velha do Aeroporto se unem para fazer horta comunitária

por Risoldalva Santos
[dalvahpo2@yahoo.com.br]

Em uma área de 500m2, no bairro de Nova Brasília, na região que compreende as comunidades Vila Mocambo e Jaguaripe II, na Estrada Velha do Aeroporto (EVA), será implantada uma horta comunitária. Os futuros agricultores – moradores das comunidades da EVA, estão animados com o projeto, que terá quatro etapas: curso de associativismo e treinamento; curso de estacas com solo e cimento; curso de horto e de irrigação. Clique aqui e leia mais…

Comunidade em busca de revitalização

Monique Moura / Soteropolitanos

por Monique Moura

Já imaginou um passeio em um lugar que guarda a marca de muitos acontecimentos históricos como o primeiro sermão do Padre José de Anchieta? Pisar em terras que um dia foram de índios, ou que tal o cenário de um dos maiores esconderijos de escravos fugidos da época colonial? Esses acontecimentos fazem parte da história de um patrimônio cultural e ambiental que é o Parque São Bartolomeu, situado no subúrbio ferroviário. Hoje, o parque encontra-se em situação não tão favorável, deixando a descrição paradisíaca meio comprometida. O abandono e a devastação marcam a nova era do parque São Bartolomeu, que é uma das últimas reservas de mata atlântica em local urbano no Brasil. Clique aqui e leia mais…

As praias de Salvador precisam de mais cuidados

por Aisele Moreira, Andréia Santos e Lílian Marques

As praias de Salvador, belas paisagens visitadas por turistas do mundo todo, sofrem com a falta de consciência de parte da população que não se preocupa com sua preservação. É comum encontrar lixo de todos os tipos jogado na areia, seja por banhistas ou trazidos pelas correntes marítimas. Uma das causas deste grande problema é falta de educação ambiental, comprovada por ONGs de Salvador que tentam desenvolver projetos para a preservação das praias da cidade e conscientização da população. Mas a realidade mostra que há uma dificuldade na concretização desses projetos, seja por falta de incentivo do governo, carência de patrocínio ou falta de participação da comunidade. Clique aqui e leia mais…

Caos na vizinhança

engarrafamento2-salvo-web.jpg

por Washington Fagner, Viviane Damasceno, Liz Silveira, Rachel Koerich e Vanessa Moraes

Quando o assunto é poluição sonora, um dos grandes campeões de queixas são os postos de combustíveis. As suas lojas de conveniência estão se tornando verdadeiros pontos de encontro dos jovens na madrugada. Dois exemplos de postos de combustíveis da capital baiana muito barulhentos são O Posto dos Namorados e o Posto Dois. Clique aqui e leia mais…

Sem punição

palestra_fonte_alci.jpg

por Luís Ricardo Barbosa

Poluição sonora é crime ambiental e também contravenção penal. A pessoa pode ficar até dois meses reclusa se utilizar som para perturbar o sossego  de outro. Muita gente desconhece essas punições e o quadro de queixas contra poluição sonora vem crescendo cada vez mais em Salvador. De acordo com a lei municipal nº 4.490/98, o nível máximo de sons e ruídos em ambiente hospitalar não pode ultrapassar 45decibéis (Db) em qualquer período. Clique aqui e leia mais…

Volume baixo

saude_juniao.jpg

por  Lívia Oliveira, Manoel Arthur e Monique Moura

Você tem o costume de utilizar aparelhos como i-pods e mp3 no volume máximo? Fique sabendo que esse barulho pode acarretar diversos problemas de saúde irreversíveis, além de interferir no convívio social gerando diversos conflitos. Hoje em dia, a preocupação com a poluição ambiental está em alta, contudo muitos esquecem que a poluição sonora pode ser tão prejudicial quanto o lixo ou falta de esgoto. A falta de informação e de respeito com o próximo leva a sociedade a não se prevenir como deveria. Clique aqui e leia mais…

SUCOM realiza palestra nas Faculdades Jorge Amado

palestra_fonte_alci7.jpg

por Claudiana Silva e Talita Caldas

Todo ruído, mesmo sendo mínimo, se causar incômodo pode ser considerado poluição sonora. O limite para suportar barulho varia de acordo com o organismo de cada pessoa. Em excesso, o barulho pode provocar de uma simples dor de cabeça a doenças mais graves como: depressão, perda da audição e úlcera. Todos os fatores que contribuem para o crescimento da poluição sonora são considerados uma degradação da qualidade de vida pela Legislação Ambiental. Clique aqui e leia mais…

Entrevista com Alcir Rocha – SUCOM

sucom-na-jorge2.jpg

“Nós podemos e estamos livres para fazer a ação fiscal, porém, é claro, na medida do bom senso cabível”.
 
Pituba, Boca do Rio, Itapuã, Brotas, Ribeira e Liberdade são considerados os bairros mais barulhentos da capital baiana. A informação foi dada pelo chefe de Fiscalização Ambiental e Poluição Sonora da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo (SUCOM), Alcir Rocha, 28 anos, que está há dois anos e três meses no cargo. Em entrevista ao Soteropolitanos, ele afirmou ainda que a cidade de Salvador está entre uma das capitais brasileiras com maior índice de poluição sonora e que já houveram casos em que não foi possível praticar a ação fiscal devido a imprudência dos infratores.

Repórteres: Aricelma Araújo, Lucas Rocha e Priscila Bastos
Foto: Luis Ricardo Barbosa

 

Soteropolitanos – Como surgiu a SUCOM?
Alcir Rocha – A SUCOM tem quase 30 anos e surgiu com o objetivo de controlar o crescimento da cidade, organizar os bairros e fazer com que a cidade crescesse de forma mais ordenada. Clique aqui e leia mais…